terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

De mudança...

Em breve o blog muitomaisgestao.blogspot.com deixará de existir... iniciaremos uma nova jornada com um novo projeto!

Agradeço à todos os mais de 6.500 internautas que acessaram o meu blog nesses três anos de veiculação, o que começou com um simples desejo de compartilhar ideias, hoje se tornou um projeto inovador com soluções para as mais diversas necessidades do público em geral.

Continuarei postando os artigos em um novo canal que está em construção e trarei Muito Mais Soluções para compartilharmos juntos!

Em breve, trago mais novidades!

Um forte abraço à todos!

João Carlos

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Qual profissão seguir? Dilemas da Orientação vocacional e profissional

Quando se fala em orientação vocacional e profissional devemos levar em consideração todas as peculiaridades que o tema envolve, há por exemplo, de se considerar o passado, o histórico do indivíduo, e verificar quais são as referências que ele tem quando o assunto abordado é o seu futuro profissional, por exemplo, o que viu desde a infância e quais dessas profissões lhe chamaram mais a atenção; não é difícil hoje em dia encontrarmos pessoas que fazem o que não gostariam de fazer, ou que gostariam muito de realizar outro tipo de atividade, mas não tem oportunidade ou condições de realizá-la por diversos motivos.


As dúvidas levantadas pela pessoa são inúmeras, tais como: “O que essa profissão faz?”, “Como posso fazer para executar essa profissão?”, “Será que o mercado de trabalho é promissor nesta profissão?”, “Como as pessoas irão me ver estando nessa profissão?” entre outras perguntas que consomem o raciocínio de adolescentes, jovens e adultos, pois vemos que essa situação acontece com pessoas de todas as idades, em todas as classes sociais, em todos os lugares.


Embora algumas pessoas busquem satisfação no que faz, nem sempre elas conseguem estar cem por cento felizes por imaginarem que o trabalho delas ou que elas estão fazendo não lhes pertence, mas sim, pertence a outra pessoa, ao empregador, ao chefe, a pessoa que lhe contratou, etc. devido a terem o pensamento que estando em um mundo capitalista, estão sendo explorados, trabalhando muito, ganhando pouco e enriquecendo os patrões.


Outras pessoas encontram-se em situação de indiferença, não se preocupando com as questões relacionadas ao futuro profissional, por imaginarem que é algo distante, ou que por mais que realizem algum esforço o futuro delas está traçado e fadado ao o que acontecer, ao que surgir de oportunidades na vida; geralmente podemos ver esse quadro em adolescentes e pessoas que se esquivam de enfrentar a realidade e deixam de ter atitudes proativas para transformar a sua própria vida e meio em que está inserida.


Há ainda aquelas pessoas que se esquivam de enfrentar o mercado de trabalho por medo do desconhecido, não sabe o que vai encontrar pela frente, e portanto, preferem se anular diante da situação, fingir que não existe, e vivem como se as questões relacionadas ao trabalho fosse algo extremamente inútil para se preocupar.


Há pessoas que mesmo exercendo determinada função sentem que não tem vocação para tal, imaginam-se como “peixe fora d’água” e por isso angustiam-se, deprimem-se e acreditam que não há possibilidades de rever esse quadro por diversos motivos, entre eles idade, estabilidade, ganhos financeiros, família, entre outros. Nesse caso vê-se a necessidade dessa pessoa encontrar a sua vocação para que possa então exercer aquilo que goste e lhe satisfaça, caso contrário, precisará fazer um bom sacrifício com muitas “lições de casa” para conseguir se enquadrar na profissão que exerce e viver numa relação mais “tranquila” com a sua profissão.


Por outro lado, vemos a necessidade do mercado de trabalho em ter profissionais cada vez mais qualificados nas mais diversas áreas para que se possa suprir a demanda, e pode-se dizer que o mercado de trabalho também dita as “regras do jogo”, ou seja, quais profissões estão em alta, quais ele procura, quais qualificações ele deseja, e assim exige-se que o profissional de hoje, ou quem quiser entrar no mercado de trabalho, se adapte ao que o mercado oferece tanto em profissões, quanto remunerações, benefícios, escolaridade, qualificações, etc.


Não é difícil encontrarmos também pessoas que atualmente exercem uma função sem ter as qualificações ou competências necessárias para tal, vivem como quem “caiu de pára-quedas” na ocupação que realizam e aí percebemos outros erros, tanto no cenário da contratação ou promoção, como também um problema gerencial. O complicado dessa situação é que todos percebem que a pessoa está no lugar errado, realiza atividades incompletas, não entrega o resultado esperado, comete infrações, prejudica o trabalho da equipe, cometendo erros que podem prejudicar outras pessoas e até ela mesma, porque pode se sentir frustrada por não atingir os seus objetivos pessoais e profissionais, mas pelo fato de ter algum grau mínimo de compatibilidade com a função, permanece, ocupando o lugar de outra pessoa que poderia render mais por ter maior compatibilidade com o cargo.


Outro dilema que vemos no ambiente profissional é o de haver pessoas que por exercerem a função por muito tempo não conseguem enxergar meios para inovar a sua existência profissional, ou seja, se acostuma com a rotina, e isso a impede de enxergar novas oportunidades de desenvolvimento e crescimento profissional, entram em uma onda narcisística e acham que tudo deve funcionar como ela acha, algo parecido como se “tudo gira em torno do Sol” e ela como a estrela maior, todos devem reverenciá-la, inclusive o mercado de trabalho. Infelizmente também percebemos esse cenário em pessoas que procuram o primeiro emprego, recém saídos da universidade, com uma bagagem técnica muito boa, mas, sem a prática e a experiência que o mercado exige.


Não podemos deixar de citar aqui os interesses que cercam as pessoas e que podem influenciar as escolhas das profissões, entre eles o status, o poder, os ganhos financeiros, oportunidade de carreira, e como é um processo de dupla escolha, onde a empresa escolhe o candidato e o candidato escolhe a empresa, tudo isso pode pesar favoravelmente ou não na hora da decisão.


Mediante aos quadros de incompatibilidade da pessoa com a profissão percebemos muitas reações: o abandono do papel ainda que exercendo a mesma função, a migração, a estagnação, entre outras, porém a melhor e a mais adequada solução é a inovação, que dá a oportunidade para a pessoa criar meios alternativos de atender as demandas profissionais.


Tudo isso faz com que a pessoa se pergunte a todo instante: “Eu realmente tenho a liberdade de escolha?”. Como vemos são vários os fatores que justificam a escolha profissional, fatores que podem até mesmo definir essa escolha independente da vocação da pessoa e criar uma identidade profissional não considerando os interesses dela.


Em meio a tantos cenários, atualmente há necessidade de respondermos algumas perguntas se queremos entrar ou permanecer no mercado de trabalho: “Qual é a minha identidade profissional?”, “Como me imagino daqui a algum tempo exercendo essa profissão?”, “Possuo as qualificações e competências necessárias para o exercício dessa profissão?”, “Consigo me adaptar as necessidades dessa profissão?”


Os dilemas da orientação vocacional e profissional permeiam vários cenários, com os seus respectivos problemas, os do mercado de trabalho, os da empresa, e os da pessoa.

domingo, 14 de outubro de 2012

Depoimentos - curso "Práticas de Treinamento & Desenvolvimento"

O curso com carga horária de 8h e certificação, foi ministrado na Universidade de Guarulhos em julho e contou com a participação de profissionais de diversas áreas.
Veja alguns momentos e a opinião de quem participou:



"O curso superou minhas expectativas, sai de lá com outra visão para inovar, fiquei mais motivada!" Simone C. R. Silva

"Um treinamento que apesar de rápido, foi muito enriquecedor. Despertou a vontade de me aperfeiçoar ainda mais e com as trocas de experiências foi possível ter algumas idéias para melhoria das práticas adotadas em meu dia-a-dia. Gostaria de participar de outros treinamentos como esse. Muito obrigada João Carlos." Janaina Oliveira



"Ótimo curso para quem tem a necessidade de adquirir conhecimentos para a area de T&D, além de nos dar a ideia de como é o processo de T&D desde o inicio." Nícia Silva





"Excelente curso! Recomendo a todos aqueles que queiram identificar a "pecinha" que vai nos ajudar a abrir o nosso leque de criatividade no que se diz a respeito de treinar, desenvolver e relacionar-se com pessoas!!! TOP" Daniele Martins

Depoimentos - curso "Mais Atendimento, Mais Vendas!"

Veja a opinião de quem participou do curso:

"A princípio fiz o curso por saber que iria me ajudar com o que eu quero fazer, mas o curso realmente é excelente e superou realmente minhas expectativas, e agora sei que serei um vendedor de qualidade!"



"Antes de realizar o curso + Atendimento + Vendas!, tinha uma outra visão do que era ser uma consultora de vendas, acredito que agora realmente estou preparada para encarar este desafio! Obrigada!"

 
"Superou as minhas expectativas, parabéns!"

sábado, 15 de setembro de 2012

O que realmente tem valor na vida?

Vivendo e aprendendo... Quantas vezes nos preocupamos com situações que nos deixam "antenados" com o que está acontecendo ou o que está por vir? Parece até que mergulhamos no mar da ansiedade e ficamos nadando, nadando, sem rumo algum, sem boia, e parece até que está cheio de "crocodilos" querendo te devorar ao simples descuido nosso. Frequentemente frente à situações adversas ouvimos alguém dizer: "Eu não suporto mais passar por isso!" A pergunta que faço é: "Você precisa realmente passar por isso?" Com todas as circunstâncias que o sujeito vive hoje, quer seja no trabalho, família, escola, universidade, amizades, sociedade em geral, não é raro encontrarmos pessoas que dizem estar doentes de tanto "engolir sapos"; cientificamente comprovado que isso ocorre, quando a boca não fala, o corpo sente, e vemos diversas amostras disso no dia a dia, pessoas insatisfeitas com diversas situações, problemas mal resolvidos, reinvindicações, questionamentos e às vezes sem condições de ter alguém que tenha a sensibilidade de ouvir, de compreendê-la do ponto de vista alheio. O tamanho do problema é de acordo com a magnitude que damos à ele, e vê-se constantemente as pessoas discutindo o problema e não a solução deles, e isso acaba na fórmula do io-io, roda, roda e acaba no mesmo lugar. Buscar a solução é uma questão de escolha igualmente assim como maximizar os problemas; qual é o valor que você tem dado à eles? E se ao invés disso pensássemos em valorizar as relações e os momentos com as pessoas que nos sentimos bem? O dia é hoje, e a hora é agora!
A nossa vida é feita de escolhas, portanto, escolha realizar coisas que te façam bem, que seja gratificante, que o deixem em paz consigo mesmo, que te façam feliz. Não dê valor para coisas insignificantes, ou que te deixem menor, você é maior que tudo isso. Dê valor ao que realmente tem o seu valor... O que tem valor na sua vida? O que faz você feliz?

domingo, 8 de abril de 2012

Além da influência

Segundo o dicionário Aurélio, a influência possui algumas definições, entre elas: a capacidade que a pessoa tem de interferir no comportamento, no desenvolvimento, na vida de outro e, autoridade intelectual ou moral que a pessoa exerce sobre outra.
É muito comum ouvirmos atualmente nas organizações que devemos liderar pela influência, mas até que ponto uma pessoa pode influenciar outra? Quais são os requesitos necessários para que o outro possa fazer exatamente o que o líder quer e com o resultado esperado?
Para responder essas questões precisamos entender uma das definições citadas acima: "autoridade intelectual ou moral que a pessoa exerce sobre outra" - todos os líderes possuem estas características? Certamente não.
Ter autoridade intelectual é dominar todos (ou boa parte) os assuntos relacionados a área de atuação, ou seja, é navegar com tranquilidade nas mais diversas operações que a empresa ou o mercado demandar, e para isso é preciso preparo, conhecimento de causa com experiências vividas na prática sobre os problemas, desafios e rotinas dos principais fluxos de trabalho, além de entender de gente que é primordial.
Quando falamos em autoridade moral nos faz pensar no papel que a pessoa exerce e os comportamentos apresentados que podem ser validados ou não pela a equipe. Tem muito a ver com assertividade, é a correlação que as pessoas fazem entre aquilo que a pessoa fala e o que faz, além de passar também pela comparação entre o líder que está a sua frente e outros líderes de sucesso da empresa ou do mercado.
Como vemos influenciar pessoas não é uma tarefa fácil, e não é em um cafezinho as 17h quase no término do expediente que a pessoa consegue influenciar outra a fazer algo, isso é coerção, "Manda quem pode, obedece quem tem juízo..." já ouviu falar? ou "Vou fazer por sua causa..." a relação pessoal incorpora a relação profissional, e isto pode-se tornar um grande problema pois todos vão fazer as coisas até o momento em que a amizade durar, ou que "não for pago o cafezinho" na lanchonete, ou seja, da mesma forma que o relacionamento pessoal pode favorecer a relação de influência pode se tornar também uma grande armadilha e um verdadeiro atestado de ineficiência dos profissionais que estão envolvidos.
Não quero com isso dizer aqui que a relação entre as pessoas, principalmente líderes e liderados deve ser fria ou distante, muito pelo contrário, acredito que para que haja sinergia entre as partes, uma das características imprescindíveis para o sucesso é o relacionamento interpessoal, mas, para que haja a verdadeira influência é necessário que se ultrapasse os limiares do relacionamento pessoal e mostre o profissional que é juntamente com a sua entrega.
Todos os grandes líderes da história para conseguir influenciar pessoas tiveram que mostrar os seus resultados, seus feitos, caso contrário não teriam seguidores; nós seguimos alguém por quem temos apreciação, isso é ter autoridade intelectual e moral, é liderar além da influência.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Entenda a linguagem corporativa - Parte II


Vamos ajudar você a entender a linguagem corporativa... Mais alguns conceitos para vocês:
Brainstorming - procedimento utilizado em reuniões para ajudar a equipe a criar o máximo de ideias em um espaço de tempo determinado.
BSC – Balanced Scorecard - Sistema de medição do desempenho e controle
gerencial.
BTB ou B2B - Business-to-Business ou comércio eletrônico entre empresas.
BTC ou B2C - Business-to-Consumer ou comércio eletrônico de empresa para o
consumidor.
Budget - orçamento
CEO - Chief Executiver Officer - Diretor Executivo/Superintendente da Empresa - Controller
CFO - Chief Financial Officer - Diretor de Finanças.
CKO - Chief Knowledge Officer - É o Gestor/ Diretor do capital intelectual da companhia.
Coach - facilitador; profissional que realiza o coaching, instrutor; consultor que auxilia o coachee na descoberta das suas capacidades, oportunidades e resoluções das mais diversas situações.
Coachee – pessoa que participa do coaching.
Coaching – processo onde o coach auxiliar o coachee na descoberta de suas capacidades, oportunidades e resoluções de problemas nas mais diversas áreas tais como profissional, pessoal, saúde, carreira, etc. Serve para promover mudança de comportamento e atingir novos resultados.
Core Business - relativo ao próprio negócio ou especialidade no negócio que faz.
Cultura organizacional - formada pelos valores éticos e morais, princípios, crenças, políticas internas e externas, sistemas, e clima organizacional de uma empresa. São “regras” que todos os membros dessa organização devem seguir e adotar como diretrizes e premissas para guiar seu trabalho.
Market Share - participação no mercado.
Outsourcing - tendência de comprar fora (terceiros) tudo o que não fizer parte do negócio principal de uma empresa; termo utilizado também para se referir a subcontratação de serviços.
Supply Chain Management - Gerenciamento da cadeia de abastecimento.
Em breve tem mais...

domingo, 29 de janeiro de 2012

Lidando com a frustração


Atualmente percebe-se que o ser humano tem um grande desafio à superar: o de lidar com as frustrações. Vivemos em um mundo que tudo está ao alcance das mãos rapidamente, não se permitindo passar por todas as etapas inclusive a fase "do fazer", por exemplo, antes se você tivesse vontade de comer uma fruta, você teria que esperar a época da fruta para comê-la, hoje em dia você consegue comê-la em qualquer que seja a estação, se você está com fome, é só ir ao drive-in de um fast-food mais próximo e não precisa nem descer do carro, se tiver vontade de fazer alguma coisa às 3h da madrugada, você encontra várias opções de entretenimento nos grandes centros, o colaborador entra na empresa hoje e em poucos meses já quer ser promovido, entre outros exemplos que vemos no dia-a-dia, ou seja, vivemos no mundo do imediatismo.
Desde que nascemos somos colocados frente à situações onde temos que dar tempo ao tempo para que se resolva todas as situações, quando éramos apenas um feto vivíamos em um ambiente quentinho, tinhamos alimentação, conforto, tudo que um bebê precisa para sobreviver, porém à partir do nascimento, o bebê enfrenta um dos seus maiores desafios: o de nascer, agora tendo que respirar sozinho, enfrenta a mudança de temperatura, é retirado do seu habitat, puxa daqui e dali, e se não chorar ainda leva umas "palmadas" quando chega ao mundo, e, com o passar dos dias o bebê se acostuma com o novo mundo, e dia após dia se desenvolve. Este é um belo exemplo de como lidar com a frutração, é preciso tempo.
A grande questão é: Estamos preparados para lidar com as atuais frustrações?
A verdade é que pulamos etapas na vida, se formos pegar o caso da fruta não houve o processo de plantar, regar, cuidar, desenvolver e colher, simplesmente eu quero, eu como, e pronto. Este é o problema! Não se constrói um edifício pelo topo, mas pela base, e indo mais além podemos dizer que começa no planejamento da obra, na planta, e cada tijolo deve ser erguido ao seu tempo, à partir do momento que a base inferior esteja forte e capaz de sustentar o maior peso que está por vir.
E pergunto: Precisamos de resultados imediatos? Claro. Mas é necessário que não se queime etapas no meio do caminho, caso contrário este resultado não será sustentável, e teremos que retornar à etapas anteriores.
A melhor maneira de lidar com a frustração é compará-la ao o ato de degustar uma mexerica. Ao degustá-la, diferente de uma laranja, não é simplesmente descascar, cortar e degustar, a maioria das pessoas descascam, limpam os fiapos, retiram os caroços, degustam gomo a gomo, sabe qual gomo está doce ou amargo, etc. Vemos aqui que a degustação é feita por partes, e é exatamente isso que precisa acontecer ao lidar com as frustrações! Vamos por parte, ao seu tempo e sem "cabeça quente" tudo se resolve e em qualquer situação.
Enfrentamos frustrações em todos os aspectos da vida, sejam profissionais ou pessoais, porém a forma como lidamos com elas é que vai nos diferenciar, pois cada um tem as suas expectativas, sonhos, limitações, criação e formas de ver o mundo diferentes. O importante é sabermos degustar a mexirica!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Feliz 2012!


Fim de mais um ano, é hora de reflexão sobre tudo aquilo que fizemos no ano que passou, todos os acontecimentos, e quais são as nossas intenções para o ano que se aproxima...
E espero que neste novo ano, você tenha:
- Muito mais paz;
- Muito mais prosperidade;
- Muito mais amizades;
- Muito mais conquistas
e que seja...
Muito mais feliz!!!

domingo, 25 de setembro de 2011

Não é preciso usar a força para liderar


Um viajante caminhava pela estrada, quando deu com um pequeno rio que corria tímido por entre as pedras. Continuou andando e seguindo o curso do rio, quando notou que ele ia ganhando volume e se tornando um rio maior. Bem mais adiante, o viajante viu o pequeno rio dividir-se em cachoeiras, num verdadeiro espetáculo de águas. O cenário atraiu o viajante e ele foi descendo pelas pedras, ladeando uma das cachoeiras. Descobriu então, uma gruta, onde a natureza criara, com paciência, belíssimas formas. Ali encontrou uma placa. Alguém estivera lá antes dele. Com a lanterna, iluminou as palavras inscritas. Eram versos do poeta e filósofo hindu Tagore, prêmio Nobel de literatura em 1913. Ele dizia: "Não foi o martelo que deixou perfeitas estas pedras, mas a água com sua doçura, sua dança e sua constância. Onde a dureza só faz destruir, a suavidade e o equilíbrio consegue esculpir"
Assim também ocorre nas empresas. Existem líderes que explodem por qualquer coisa e que só sabem agir com gritos e estardalhaço, principalmente se não conseguem vender as suas ideias para a equipe. E há os líderes suaves, equilibrados, que sabem dosar a energia e que, por isso, tudo conseguem. São criaturas que não falam muito, mas agem bastante. Quando se tem conhecimento e capacidade de liderar pessoas, a força é desnecessária.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Equilíbrio emocional


O mercado diz e estudos comprovam que uma das habilidades mais importantes que uma pessoa de sucesso deve ter é o equilíbrio emocional. E, erroneamente algumas pessoas pensam que ter equilíbrio emocional é apenas saber passar por alguma situação de cabeça erguida, ou enfrentar as adversidades de frente; o que é realmente importante, mas não é tudo!

De nada adiantará a pessoa estar de cabeça erguida diante de uma situação difícil se ela não tiver também a consciência e a atitude de fazer o melhor que ela puder para superar essa fase. E pergunto: "O que é o melhor?", "O que é o melhor para você?", "O melhor para você é o melhor para resolver o problema, ou apenas apagar um incêndio?", "O melhor para você é o melhor para a sua equipe? Para a sua família? Para a sua empresa?"

Muitas pessoas em seu egocentrismo acabam cometendo erros gravíssimos em considerar somente o que pensam e fazem, esquecendo que vivemos com milhões de pessoas neste mundo, no país, na região, e por menor que seja a escala, com certeza há no mínimo mais uma pessoa com quem tenhamos que dividir uma opinião sobre algum determinado assunto. Vivemos em sociedade, as opiniões divergem entre as pessoas, e precisamos respeitar as opiniões por mais diferentes que sejam, independente de onde estivermos, na família, escola, universidade, trabalho, etc., já diz o ditado que toda unanimidade é burra, e se não há discussão, e a divergência de opiniões, não há pensamento crítico, não há desenvolvimento, é um desrespeito com a individualidade e com o coletivo, comete-se muitos erros; e, é nesse momento em que devemos controlar as emoções para administrar a situação, porque posso não concordar com a opinião do meu colega, mas tenho que respeitá-la, preciso ouvir, entender, ter empatia, caso contrário me torno um "senhor da razão", e não há verdade absoluta, não somos o dono da verdade, muitas "verdades" do passado hoje não existem mais, o que hoje é de um jeito amanhã pode ser de outro jeito completamente diferente, é lei da vida, isso é evolução.

De que forma temos lidado com as nossas emoções? Como está o nosso relacionamento com as pessoas que nos cercam? Como temos lidado com as nossas opiniões e a dos outros?

Quando realmente tivermos a habilidade de ouvir, entender e respeitar as diversidades aí estamos praticando o equilíbrio emocional. Reflita...

sábado, 23 de julho de 2011

Pessoas - a maior solução ou o maior problema?




Atualmente, vemos muitos líderes "coçando a cabeça" para resolver problemas nas empresas que muitas vezes poderiam ser evitados se as pessoas deixassem de lado "o jogo da vaidade".


A grande maioria dos problemas que vemos nas empresas hoje não são de ordem técnica e sim pessoal, de relacionamento, e o tempo gasto para resolvê-los é infelizmente, muito alto.


É o fulano que não vai com a cara do outro ou sente inveja e por isso boicota o serviço ou as solicitações, é o ciclano que acha que é o "rei da cocada preta" e pode fazer o que quiser, quando quiser e como quiser, é o beltrano que manda mas não manda coisa nenhuma e fica na politicagem o dia inteiro, é o grego que falou mal do fulano, o troiano que sempre quer comprar a briga do outro e não tem nada a ver com o assunto, e haja paciência, energia e equilíbrio para resolver tudo isso; sem contar a grande platéia de funcionários que ficam assistindo tudo isso e criticando, aplaudindo, cobrando alguma atitude, e vendo rios de dinheiro indo pelo ralo...


As pessoas podem ser a maior solução, por que em toda empresa, por menor ou maior que seja, e em qualquer ramo, são elas que trazem o resultado. Agora, como gerenciar esse emaranhado de problemas?


Atitude. Todos o grandes líderes do mundo eram pessoas de atitude, independente da situação é a sua atitude enquanto líder é que fará a diferença para resolução dos problemas; o líder pode ter na equipe pessoas que não vão com a sua cara ou ele mesmo não ir com a cara de alguém, mas a atitude profissional deve prevalecer, sendo imparcial, honesto, e coerente; pode haver pessoas que queiram fazer o que quer, a hora que quer e como quer, porém o bom líder deve saber situar essa pessoa para o que ela pode e deve fazer, o bom líder influencia para todos os lados, ou seja, os seus liderados, os seus pares e também os seus superiores, tarefa que não é fácil, mas é sua atribuição, e por isso está lá. O bom líder deve identificar quem são os multiplicadores que influenciam a equipe inteira e tê-los do seu lado para multiplicar as boas práticas e assim, a platéia que assiste todas essas situações enxergue nele a verdadeira liderança, senso de justica e coerência.


Se você quer que as pessoas sejam a solução do seu negócio você deve colocá-las em primeiro lugar na sua lista de prioridades, integrar, treinar, entender, desenvolver, acompanhar, cobrar, elogiar, e, reparou que tudo isso é atitude?


As pessoas podem ser a maior solução ou o maior problema do seu negócio, depende da atitude que você tem diante das situações.










domingo, 24 de abril de 2011

Aprendendo com a sociedade



A aprendizagem social, também conhecida como observação, imitação ou cópia, onde vemos que o comportamento é copiado à partir da observação do comportamento de uma outra pessoa, ou seja, ele é influenciado; as crianças são os maiores alvos desse tipo de aprendizagem, a regra do "faço o que eu digo, mas não faça o que eu faço", não tem nenhum valor e não existe na mente dela; exatamente como ela viu, ela vai fazer, isto se deve ao fato de querer ser igual ao adulto e se ele por sua vez leva alguma vantagem nesse comportamento, com certeza a criança vai imitá-lo.



Vemos muitos exemplos na sociedade onde pais que são viciados em drogas ou bebidas alcoólicas, que apresentam um comportamento violento, incoerente, desrespeitoso, fora da lei, da ética e da moral acabam por fazer os filhos terem o mesmo comportamento mesmo que contra a própria vontade.



A própria TV é responsável por boa parte do comportamento agressivo da criança, ela vê esse comportamento nos desenhos animados, onde o personagem que é legal sempre se dá bem fazendo algum tipo de malandragem ou prejudicando alguém, ele é sempre violento, possui armas de fogo, bate, espanca, e, então é isso que a criança vai aprender e praticar quando estiver com seus amigos, vizinhos e com a família; tudo isso e ainda sem nos aprofundarmos sobre o desenvolvimento precoce e o forte apelo à sexualidade nas músicas e programações.



Não temos somente maus exemplos, temos também o bom exemplo da criança que vai à escola, assiste bons programas educativos, tem boas referências em casa e na sociedade, e o seu comportamento acaba por ser influenciado positivamente, e isso é muito bom, o fato é que o aprendizado acontece, quer seja bom ou ruim.



Nas empresas temos a mesma situação; quem já ouviu o ditado que diz: "a equipe é reflexo do líder"...? E, isso nos mostra que os colaboradores de uma determinada empresa ou departamento geralmente tem o mesmo comportamento e atitudes que o seu chefe, ou seja, é observado e copiado.



Quando o líder tem uma boa gestão, voltada para as pessoas acima de tudo, administra e entende bem do negócio; a equipe responde bem à essa liderança, e aí todos saem ganhando.



Os melhores modelos à serem seguidos em qualquer circunstãncia são aqueles que são pautados na coerência, nos valores da ética e da moral, que haja interação e onde haja também a diversidade, pois um ambiente assim se torna rico e progride.



Retomando...

Olá pessoal!

Estive ausente esses dias, mas estou retomando as postagens para compartilhar com vocês muitos assuntos interessantes... e falando em assunto interessante postarei daqui à pouco devido ao grande número de acessos mais um artigo sobre aprendizagem.

Um grande abraço!

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

O falso líder



Outro dia refleti sobre uma situação que presenciei: havia uma joaninha que estava caminhando pelo teto lentamente, já era tarde, por isso a luz do local estava acesa, de repente a joaninha foi fisgada pelo brilho da lampada, e começou a caminhar em direção à ela, cada vez mais rápido, e mais rápido, chegando lá, fez várias voltas ao redor dela, até que entrou no lustre para ficar mais próxima daquela luz encantadora, por fim ao se aproximar cada vez mais da lâmpada, acredito que não estava percebendo o calor que fazia, e que estava lhe cozinhando cada vez mais; então, dentro de segundos a pobre joaninha estava morta dentro do lustre.


Muitas vezes vemos isso acontecer no mundo corporativo, falsos líderes com um discurso bonito, uma boa comunicação, uma boa presença, resultados insustentáveis, faz com que muitos colaboradores se iludam com a sua "luz" e acabam por ofuscar a competencia dos colaboradores, ou até mesmo desmotivando e destruindo o ambiente de trabalho, através da hipocrisia, desrespeito, falta de atenção aos colaboradores e a busca do "resultado à qualquer custo", ultrapassando os valores morais, os valores da empresa e colocando a perder toda a fidelidade e comprometimento dos clientes internos e externos.
Cuidado com o falso líder!


domingo, 2 de janeiro de 2011

O poder da escolha


Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes. As meninas sempre faziam muitas perguntas. Como pretendia oferecer a melhor educação, elas foram passar as férias com um sábio que morava no alto de uma colina. O sábio respondia todas as perguntas sem hesitar. Impacientes, as meninas inventaram uma que ele não saberia responder. Uma delas apareceu com uma linda borboleta para pregar uma peça no sábio.


- Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Se ele disser que está morta, vou abrir e deixá-la voar. Se disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. Assim qualquer resposta estará errada! - disse uma delas.


- Tenho uma borboleta nas mãos. Diga-me sábio, ela está viva ou morta? perguntou uma delas ao sábio, que estava meditando.


- Depende de você... ela está em suas mãos, disse ele, sorrindo calmamente. Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro. Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado. Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta. Cabe a nós escolhermos o que fazer com ela.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

É hora do Novo!


Mais um ano se passou, e nesse ano aprendemos muitas coisas, ficamos felizes, tristes, sentimos várias emoções, trabalhamos duro, refletimos, ensinamos, etc...

O tempo não para... e por isso desejo à todos os meus amigos, seguidores e internautas um 2011 repleto de alegrias, saúde, aprendizado, e prosperidade!

É hora do Novo! Nova Vida! Dê a volta por cima! Seja Feliz!