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domingo, 25 de setembro de 2011

Não é preciso usar a força para liderar


Um viajante caminhava pela estrada, quando deu com um pequeno rio que corria tímido por entre as pedras. Continuou andando e seguindo o curso do rio, quando notou que ele ia ganhando volume e se tornando um rio maior. Bem mais adiante, o viajante viu o pequeno rio dividir-se em cachoeiras, num verdadeiro espetáculo de águas. O cenário atraiu o viajante e ele foi descendo pelas pedras, ladeando uma das cachoeiras. Descobriu então, uma gruta, onde a natureza criara, com paciência, belíssimas formas. Ali encontrou uma placa. Alguém estivera lá antes dele. Com a lanterna, iluminou as palavras inscritas. Eram versos do poeta e filósofo hindu Tagore, prêmio Nobel de literatura em 1913. Ele dizia: "Não foi o martelo que deixou perfeitas estas pedras, mas a água com sua doçura, sua dança e sua constância. Onde a dureza só faz destruir, a suavidade e o equilíbrio consegue esculpir"
Assim também ocorre nas empresas. Existem líderes que explodem por qualquer coisa e que só sabem agir com gritos e estardalhaço, principalmente se não conseguem vender as suas ideias para a equipe. E há os líderes suaves, equilibrados, que sabem dosar a energia e que, por isso, tudo conseguem. São criaturas que não falam muito, mas agem bastante. Quando se tem conhecimento e capacidade de liderar pessoas, a força é desnecessária.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Equilíbrio emocional


O mercado diz e estudos comprovam que uma das habilidades mais importantes que uma pessoa de sucesso deve ter é o equilíbrio emocional. E, erroneamente algumas pessoas pensam que ter equilíbrio emocional é apenas saber passar por alguma situação de cabeça erguida, ou enfrentar as adversidades de frente; o que é realmente importante, mas não é tudo!

De nada adiantará a pessoa estar de cabeça erguida diante de uma situação difícil se ela não tiver também a consciência e a atitude de fazer o melhor que ela puder para superar essa fase. E pergunto: "O que é o melhor?", "O que é o melhor para você?", "O melhor para você é o melhor para resolver o problema, ou apenas apagar um incêndio?", "O melhor para você é o melhor para a sua equipe? Para a sua família? Para a sua empresa?"

Muitas pessoas em seu egocentrismo acabam cometendo erros gravíssimos em considerar somente o que pensam e fazem, esquecendo que vivemos com milhões de pessoas neste mundo, no país, na região, e por menor que seja a escala, com certeza há no mínimo mais uma pessoa com quem tenhamos que dividir uma opinião sobre algum determinado assunto. Vivemos em sociedade, as opiniões divergem entre as pessoas, e precisamos respeitar as opiniões por mais diferentes que sejam, independente de onde estivermos, na família, escola, universidade, trabalho, etc., já diz o ditado que toda unanimidade é burra, e se não há discussão, e a divergência de opiniões, não há pensamento crítico, não há desenvolvimento, é um desrespeito com a individualidade e com o coletivo, comete-se muitos erros; e, é nesse momento em que devemos controlar as emoções para administrar a situação, porque posso não concordar com a opinião do meu colega, mas tenho que respeitá-la, preciso ouvir, entender, ter empatia, caso contrário me torno um "senhor da razão", e não há verdade absoluta, não somos o dono da verdade, muitas "verdades" do passado hoje não existem mais, o que hoje é de um jeito amanhã pode ser de outro jeito completamente diferente, é lei da vida, isso é evolução.

De que forma temos lidado com as nossas emoções? Como está o nosso relacionamento com as pessoas que nos cercam? Como temos lidado com as nossas opiniões e a dos outros?

Quando realmente tivermos a habilidade de ouvir, entender e respeitar as diversidades aí estamos praticando o equilíbrio emocional. Reflita...